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O Sítio do Não

Este blog está do lado do NÃO à Constituição Europeia e associa-se ao novo blog http://sitiodonao.weblog.com.pt/

O próximo amigo do nosso computador

Uma reportagem vídeo do programa da BBC ClickOnline que antecipa algumas das funcionalidade do novo sistema operativo Microsoft que vai suceder ao Windows XP. Ou seja, por outras palavras, o programa que vai decidir como nos relacionamos com o mundo através do computador.

Trabalhistas VS Conservadores

Com as eleições à porta, os sites dos partidos políticos ingleses: Labour Party – Tony Blair VS Conservative Party – Michael Howard.

O Futuro Pertence à China?

O prestigiado editor da Newsweek International, Fareed Zakaria, assina na edição desta semana da revista norte-americana um artigo em que coloca a questão: “O Futuro Pertence à China?”. Mais um texto clássico em perspectiva que é melhor não perder.

Internet prime-time

«THIS year the combined advertising revenues of Google and Yahoo! will rival the combined prime-time ad revenues of America’s three big television networks, ABC, CBS and NBC, predicts Advertising Age. It will, says the trade magazine, represent a “watershed moment” in the evolution of the internet as an advertising medium. A 30-second prime-time TV ad was once considered the most effective—and the most expensive—form of advertising. But that was before the internet got going.» The Economist, 27 de Abril 2005

Alusão aos pregadores anti-Bush

Embaixador José Cutileiro (Expresso, 5 de Março de 2005): «George W. Bush que, para muitos europeus, é um «cowboy» texano ignorante, um fanático evangélico de vistas estreitas, um cruzado anacrónico (para alguns, mesmo um criminoso de guerra), veio à Europa pregar a liberdade e democracia para o mundo – como já as tinha pregado no Congresso em Washington.

Alguns europeus torcem o nariz: por um lado, continuam a não gostar de Bush e a desconfiar das intenções americanas; por outro lado, são prudentes com a História; por fim, como comentou há dois anos o escritor francês Pascal Bruckner, não querem a paz, querem é que os deixem em paz. Mas outros europeus percebem que se criou uma oportunidade de juntar poder e vontade americana a «savoir faire» europeu, a fim de tornar mais decente e humana a governação em outras partes do mundo – incluindo o Cáucaso e o Médio-Oriente».

Sócrates take-away

Durante a última campanha para as Legislativas, o actual primeiro-ministro, José Sócrates, apresentou resmas de soluções take-away que tinham como objectivo colocar Portugal na linha dos países mais desenvolvidos da Europa.

No entanto, durante a sessão de tomada de posse, José Sócrates presenteou-nos com a intenção de retirar a exclusividade da venda de medicamentos às farmácias. Importante, mas não me parece que isto seja assim tão urgente e importante para colocar Portugal no rumo da inovação e competitividade.

Semanas mais tarde, o mesmo José Sócrates empenha-se em repetir o referendo sobre o Aborto, mesmo depois dos portugueses já terem manifestado a sua posição sobre o assunto. O referendo ao Tratado Europeu deixou de ser prioritário para o actual executivo – nem o Presidente da República socialista compreende esta espontânea mudança de posição.

Qual é a próxima grande medida do executivo de José Sócrates para colocar Portugal na linha do desenvolvimento? A avaliar pelo passado recente, bem poderá ser a legalização dos casamentos homossexuais, tal como aconteceu recentemente em Espanha. Afinal de contas, depois do aborto, que medidas morais o BE e o PCP poderão exigir ao Primeiro-ministro socialista?

A decadência francesa

A França não é o centro do mundo, apesar do país viver nessa ilusão. Perante o iminente NÃO dos franceses à constituição europeia, o presidente Jacques Chirac esforça-se por passar a ideia de que a culpa é da directiva Bolkestein para os serviços na União Europeia, apresentada pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. O objectivo é demonializá-lo para no fim ser o rosto do fracasso francês. Mas, na verdade, o fracasso é unicamente da crise existencial que a França enfrenta nas últimas décadas, com a emergência da aldeia global anglófona. O país sente-se desenquadrado no novo cenário geo-estratégico, cultural e económico internacional. Jacques Chirac, que até interferiu na televisão pública francesa no sentido de impedir que Durão Barroso apresentasse os seus argumentos sobre a directiva Bolkestein, é o espelho desta decadência francesa.

Televisão de repetição em massa

A cobertura televisiva dos últimos momentos de vida do Papa João Paulo II será, no futuro, um estudo de caso de como os jornalistas recriam uma narração de novos acontecimentos mesmo que estes não existam.

Ao longo do dia de hoje, apesar da anunciada degradação do estado de saúde de João Paulo II, não existiram acontecimentos relevantes para além dos comunicados do Vaticano. No entanto, as televisões ainda não pararam de repetir as mesmas imagens e as mesmas perguntas.

Convém recordar Pierre Bourdieu: «Os jornalistas têm os seus “óculos” particulares através dos quais vêem certas coisas e não outras; e vêem de uma certa maneira as que vêem. (…) Os jornalistas, grosso modo, interessam-se pelo excepcional para eles. O que pode ser banal para outros poderá para eles ser extraordinário, ou vice-versa.»

Next Big Thing

Soluções informáticas que vão mudar as nossas vidas nos próximos meses:

Sandbox: Este produto Microsoft é um RSS feed aggregator. Ou seja, útil para os nossos blogs, que serão integrados nas nossas pesquisas, tal como começa a fazer o Google Desktop.

Pluck: Este é um 2 em 1 «para pessoas que vivem a Web». Para além do normal software para puxar os feeds, este feed aggregator surge também na opção web. É uma espécie de Gmail dos blogs.

IE 7.0: Séptima versão do Internet Explorer. Agora é que veremos se o Firefox é moda ou não.