«The next rebirth of the media»
A nossa capacidade de acesso à informação tem aumentado vertiginosamente ao longo dos últimos anos. Hoje é possível armazenar quantidades de informação, nos mais diversos suportes, que, no passado, nem as universidade e empresas imaginavam conseguir. Vivemos um período de enormes mudanças tecnológicas, mesmo que não sejam assim tão evidentes dadas as facilidades com que adoptamos os mais pequenos gadgets no nosso quotidiano. Vejam, por exemplo, as canetas UPS, os DVD ou até os leitores de MP3 portáteis.
Uma parte desta transformação é descrita num artigo do professor da Washington and Lee University, Edward Wasserman, publicado ontem no Miami Herald. Acedam a The next rebirth of the media através da organização Freepress.
With broadband Internet flowing in to your PC, personal video recorder, iPod, even your cellphone, you will be able to access what you like, when you like, and that means the end of broadcast TV as we know it.
Add the rampant growth in home media capabilities, especially the ability to put aside content and view it when you like. Wolzien estimates that the capacity to store movies, music and data of all kinds at home is rising 72 percent a year, while storage costs are falling. What it costs to keep 57 movies today will store 2,000 five years from now.
TV apetecível para as marcas
Os anunciantes norte-americanos apostam em novos métodos para publicitarem os seus produtos. É necessário ler este artigo da Newsweek, TV’s New Brand of Stars , para percebermos o que poderá acontecer em Portugal. Quando o modelo tradicional dos anúncios televisivos está esgotado, a estratégia passa por utilizar a “pequena caixa” para colocar e dar visibilidade às marcas. Alguém se lembra do que aconteceu com o BigBrother?
It’s not just that the line separating programming and advertising has been blurred—it’s been erased altogether, and marketers can’t get enough of it.
O jornalismo vale mesmo a pena?
O Instituto de Estudos Jornalísticos da Universidade de Coimbra realiza na próxima quinta-feira, 18, uma mesa-redonda com antigos alunos para saber se «o jornalismo vale [mesmo] a pena».
Jornalista e gestor de conteúdos. Actualmente trabalho apenas a área da saúde. Já trabalhei em semanários nacionais e revistas especializadas de automóveis, náutica, imobiliário e tecnologia.