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	<title>Carlos Duarte &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Sociedade Global (Carlos Duarte)</description>
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		<title>Sábado foge à regra</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 01:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca há derrotados no apuramento de resultados. Todos reclamam vitória]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlosduarte.org/docs/2010/05/sabadoapct.jpg"><img class="size-medium wp-image-370 alignright" title="Sábado APCT" src="http://carlosduarte.org/docs/2010/05/sabadoapct-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p>A <strong>Sábado</strong> entrou mal em 2010. &#8220;Reduziu a circulação paga (banca + vendas + assinaturas) em 7,49%, para 71.765 exemplares, nos dois primeiros meses do ano, de acordo com o último relatório da Associação Portuguesa de Controlo de Tiragem e Circulação (APCT)&#8221;.</p>
<p>Para agravar o cenário, durante o mesmo período, a concorrente directa &#8220;<strong>Visão</strong> registou um crescimento em circulação paga (+0,14%) para os 97.254, tendo ultrapassado a Sábado nas vendas em banca&#8221;.<span id="more-371"></span></p>
<p>A leitura destes resultados poderia levar-nos a pensar que teriam sido publicados nas páginas da <strong>Visão</strong>. Talvez a revista pretendesse partilhar com os leitores que conseguiu manter um ritmo de ligeiro crescimento de circulação, para inglória da concorrente <strong>Sábado</strong>.</p>
<p>Na verdade, porém, o artigo saiu mesmo nas páginas da <strong>Sábado</strong>. Os altos e baixos nas circulações ficam mais claros num infográfico que acompanha o texto. A posição de derrotada da revista da Cofina fica ainda mais exposta.</p>
<p>A imprensa não costuma tratar os números do controlo de tiragem com tanto afastamento, pelo menos em Portugal. É igual na televisão e na rádio.</p>
<p>Ao jeito das declarações políticas em noite de apuramento de resultados, nunca há verdadeiros derrotados. Todos reclamam vitória, mesmo que não seja efectiva. Na imprensa é igual. A regra é interpretar os números de tiragem pelo lado que parecem melhor ao próprio órgão de comunicação.</p>
<p>Neste caso, excepção à regra, a <strong>Sábado</strong> tratou os números da APCT com rigor. Pela coragem, deixo os meus parabéns a toda a equipa da revista.</p>
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		<title>À atenção da ERC</title>
		<link>http://carlosduarte.org/2009/08/eleicoeserc</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 22:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[Os autarcas e a comunicação social]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pensar nas eleições autárquicas, têm-se sucedido nos últimos meses reportagens sobre freguesias, concelhos e respectivos autarcas. São publicados na imprensa regional ou em revistas encartadas com jornais de referência como o Público.<span id="more-322"></span></p>
<p>Estas reportagens não são jornalismo. São pagas pelos interessados. No caso, são pagas pelos dinheiros públicos através das autarquias. Supostamente, visam promover essas localidades. Na verdade, visam promover a continuidade dos autarcas. Funcionam como campanhas eleitorais simuladas.</p>
<p>Outra estratégia é, simplesmente, comprar órgãos de comunicação a pensar nas eleições de Outubro. (<a href="http://twitter.com/fcrocha/status/3326004707" target="_blank">fonte 1</a> | <a href="http://twitter.com/fcrocha/status/3326018776" target="_blank">fonte 2</a>)</p>
<p>É com isto que a Entidade Reguladora da Comunicação devia preocupar-se. Só depois com a participação de candidatos a actos eleitorais em espaços de opinião e debate.</p>
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		<title>Manifestações remuneradas</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 12:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Miami]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos EUA, os sindicatos pagam a delinquentes, sem-abrigo e reformados para fazerem manifestações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sindicatos norte-americanos, cansados de dialogar com os patrões, mas sem resultados, recorrem, cada vez mais, a «mão-de-obra especializada» para realizar manifestações pouco convencionais. <strong>«Queremos embaraçar os patrões para que passem à acção»</strong>, diz Mark Kuzmik, do sindicato dos carpinteiros do Estado da Florida, EUA.</p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato6.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><span id="more-213"></span></p>
<p>São nove horas da manhã na quente cidade de Miami, o sul da Florida. Kuzmik segura um microfone e debita as primeiras ordens do dia. De segunda a sexta-feira, durante duas horas, este sindicalista lidera uma equipa de 54 pessoas, composta por delinquentes, sem-abrigo e reformados, que têm como única ocupação as manifestações do sindicato. São uma espécie de «mão-de-obra especializada» que recebe oito dólares por cada hora de trabalho.</p>
<p>Como de costume, o ponto de encontro é marcado diante de um dos arranha-céus da «lista-negra» do sindicato. <strong>«Fazemos pressão junto dos donos destes edifícios porque contratam empreiteiros que pagam salários muito abaixo da média»</strong>, explica Kuzmik. <strong>«Estes empreiteiros, que abusam das subcontratações em cadeia, não querem saber de acordos laborais, dos seguros, das pensões ou dos contratos de trabalho. Até empregam muitos imigrantes e só lhes pagam cinco ou seis dólares à hora, quando pagam&#8230;»</strong>.</p>
<p><strong>«Durante muito tempo, tentamos entrar em acordo com empreiteiros e com os proprietários dos edifícios, mas riam-se de nós. Então decidimos sair à rua»</strong>, justifica.</p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato3.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<h3>«Eles estão a dar uma festa»</h3>
<p>Chegado o momento da acção, os «assalariados» do sindicato demonstram que uma manifestação não é um acontecimento, necessariamente, aborrecido. Nos passeios de Miami, rodeados de palmeitas gigantescas, sobressai a figura de um ex-militar negro (pesso XXL) que entoa os cânticos de ordem. Tal como Kuzmik, serve-se de um megafone para gritar as instruções ao grupo. <strong>«Hei, hei, o que queremos?»</strong>. <strong>«Queremos o rato (empreiteiro rato). Hei Rato, sai da toca&#8230; anda cá abaixo»</strong>, respondem os companheiros, enquanto se movimentam em círculos e agitam latas de refrigerantes com bedelhos dentro.</p>
<p>Pelo dicionário do sindicato, todos os empreiteiros que desrespeitam a legislação laboral são «empreiteiros rato». Para acompanhar esta metáfora sindical, há ainda um manifestante mascarado de rato e uma outra de queijo. Como é de prever, nesta encenação, a função do rato é correr atrás do queijo. <strong>«Eles estão a dar uma festa. Divertem-se. Isso ainda enfurece mais os donos dos edifícios»</strong>, comenta Kuzmik.</p>
<p>Os três membros do sindicato presentes no local distribuem folhetos aos transeuntes e explicam os motivos da manisfestação. <strong>«Queremos que as pessoas liguem para os proprietários e digam &#8220;Do the right thing&#8221; (façam as coisas bem). Escolham os empreiteiros que não fogem às suas responsabilidades»</strong>. Numa avanida contígua, os automóveis passam e buzinam em sinal de solidariedade, deixando os manifestantes ainda mais eufóricos.</p>
<p><strong>«Isto pode parecer pouco correcto, mas é ético. E acredito que é ético porque eles gastam milhões de dólares a construir uma imagem que não é verdadeira. Quando informámos o dono deste edifício que vínhamos para aqui protestar, ele disse: &#8220;Façam o que entenderem, o problema não é meu&#8221;. Pois bem, agora o problema é mesmo dele»</strong>.</p>
<p>A polícia de Miami autoriza este género de manifestações. Mantém-se à distância e só actua quando o responsável do edifício onde está a decorrer a manifestação apresenta queixa. <strong>«Temos muito cuidado porque há leis neste país que não protegem as pessoas, protegem as corporações. Estes edifícios têm mais direitos que estas pessoas. Qualquer pessoa do mundo pode sentar-se neste edifício, mas se for um destes coitados, então chamam a polícia e vão presos»</strong>, lamenta Kuzmik, dirigente sindical.</p>
<p>No entanto, a polícia local também beneficia indirectamente das manifestações. É que, de acordo com fontes policiais, os pequenos crimes na baixa da cidade diminuíram desde que o sindicato passou a ocupar o tempo dos manifestantes, muitos com cadastro criminal.</p>
<p>Estas insólitas manifestações do sindicato já embaraçaram alguns donos dos edifícios a ponto de só aceitarem empreiteiros em situação legal. Mas perante a indiferença de outros, há muita gente que pergunta a Mark Kuzmik quanto tempo serão capazes de resistir no mesmo local: <strong>«Quando este edifício decidir fazer o que está correcto, então vamos para outro edifício. E ficamos um dia a mais até estar tudo resolvido. Porque nesse dia voltamos para fazer aqui uma grande festa»</strong>. O que pensam disto os sindicatos portugueses?</p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato1.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato2.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato4.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato5.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato7.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato8.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Sindicato Miami" src="http://carlosduarte.org/docs/2009/02/sindicato9.jpg" alt="" width="445" height="297" /></p>
<hr />Este texto e fotografias resultaram de uma deslocação de trabalho a Miami pelo Expresso em 2004. Encontrar esta manifestação foi um mero acaso. Esta reportagem acabou por ficar esquecida e nunca chegou a ser publicada. Aproveito para a torná-la pública aqui no blogue depois de a ter descoberto quando andava em arrumações. Todos os direitos reservados para texto e fotografias.</p>
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		<title>Microblogging</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 22:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A imprensa tradicional está a descobrir o microblogging]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlosduarte.org/docs/2008/12/visaolink.pdf"><img class="alignright" title="Visão Link" src="http://carlosduarte.org/docs/2008/12/visaolink.jpg" alt="" width="200" height="236" /></a>Na última quinta-feira, 11 de Dezembro, a <strong><em>Visão Link</em></strong> publicou uma reportagem sobre o <strong><em>Twitter </em><span style="font-weight: normal;">(</span><a href="http://carlosduarte.org/docs/2008/12/visaolink.pdf" target="_blank"><span style="font-weight: normal;">pdf aqui</span></a><span style="font-weight: normal;">)</span></strong>. Como seria de prever, fazem uma abordagem didática da ferramenta. O que será uma decisão acertada para quem desconhecia o <em><strong>Twitter</strong></em>, certamente a maioria da audiência da <em><strong>Visão Link</strong></em>. Pelo contrário, fica um certo sentimento de <em>insaciedade</em> entre os utilizadores frequentes, desejosos por serem surpreendidos com algo novo.</p>
<p>Apesar de todo o entusiasmo em torno do Twitter, convém lembrar quatro motivos de insatisfação que caracterizam o <strong><em>microblogging</em></strong>.</p>
<p>1) Não existem assim tantas opções no mercado. Temos o <strong><em>Twitter</em></strong>, o <strong><em>Friendfeed</em></strong> e o <strong><em>Identica</em></strong>. Já não temos o <strong><em>Pownce</em></strong> e o <em><strong>Jaiku</strong></em> congelou no tempo quando foi adquirido pelo Google.</p>
<p>2) Continua a ser difícil gerir a nossa própria <strong>informação</strong> nestes serviços. Muitas vezes não encontro <em>links</em> ou comentários que publiquei na minha conta de <strong><em>Twitter</em></strong>. Aliás, será que nestes serviços conhecem o princípio da <strong>portabilidade de dados</strong>?</p>
<p>3) Demasiados pontos de falha: desde a invasão dos <em><strong>spammers</strong></em> ou a dependência externa dos sistemas de <strong>encurtamento de endereços</strong> (da mesma forma que todos os dias aparecem novos <em>tinyurls</em>, também desaparecem outros que deixam milhares de links quebrados).</p>
<p>4) Para além da força dos utilizadores individuais, que geram discussões interessantes, são residuais os utilizadores em representação de organizações que já deram utilizações imaginativas aos serviços de <strong><em>microblogging</em></strong>. Uma situação especialmente lamentável entre os meios de comunicação social, que deviam compreender e ajustar-se aos novos canais de distribuição de conteúdos. Para não dizer que deviam estar na vanguarda.</p>
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		<title>A Locomotiva dos Sonhos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 22:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta tarde tive o prazer de assistir à apresentação do livro A Locomotiva dos Sonhos, em que o meu caro Eduardo Paz Barroso disserta sobre crítica, cinema e arte contemporânea. O cenário não podia ser melhor, um luminoso palacete da Universidade Fernando Pessoa. Eduardo Paz Barroso, o mais próximo, e Salvato Trigo ouvem Miguel Veiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta tarde tive o prazer de assistir à apresentação do livro <em>A Locomotiva dos Sonhos</em>, em que o meu caro Eduardo Paz Barroso disserta sobre crítica, cinema e arte contemporânea. O cenário não podia ser melhor, um luminoso palacete da Universidade Fernando Pessoa.</p>
<p><img src="http://carlosduarte.org/docs/2008/04/epbarroso.jpg" alt="Eduardo Paz Barroso" /><br />
Eduardo Paz Barroso, o mais próximo, e Salvato Trigo ouvem Miguel Veiga a apresentar o livro.</p>
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		<title>George W. Bush já deu excelentes capas à The Economist</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 23:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bush]]></category>
		<category><![CDATA[Economist]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem uma das melhores revistas do mundo, a The Economist, resiste a usar a imagem do presidente norte-americano de forma imaginativa. Pessoalmente, a capa Bush/Kerry, em que questionam &#8220;The incompetent of the incoherent?&#8221;, é uma das minhas preferidas de todos os tempos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem uma das melhores revistas do mundo, a <a href="http://www.economist.com/"><span style="font-style: italic;">The Economist</span></a>, resiste a usar a imagem do presidente norte-americano de forma imaginativa. Pessoalmente, a capa Bush/Kerry, em que questionam &#8220;The incompetent of the incoherent?&#8221;, é uma das minhas preferidas de todos os tempos.</p>
<p><a href="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist4-1.jpg"><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist4.jpg" border="0" alt="" /></a> <a href="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist2-1.jpg"><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist2.jpg" border="0" alt="" width="156" height="200" /></a> <a href="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist3-1.jpg"><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist3.jpg" border="0" alt="" width="156" height="200" /></a> <a href="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist1-1.jpg"><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/BushTheEconomist1.jpg" border="0" alt="" width="156" height="200" /></a></p>
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		<title>Imprensa Premium</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 13:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Não oferecem merchandising ou vêm entulhadas de encartes publicitários mais volumosos do que as próprias páginas informativas das revistas. Distinguem-se pelo tratamento gráfico cuidado e conteúdos diferenciados. Isso reflecte-se no aumento do preço. São as publicações premium. A inglesa Retro Gamer e a portuguesa BGamer, edição especial &#8220;Os 100 melhores videojogos&#8221;, são exemplos felizes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não oferecem <em>merchandising</em> ou vêm entulhadas de encartes publicitários mais volumosos do que as próprias páginas informativas das revistas. Distinguem-se pelo tratamento gráfico cuidado e conteúdos diferenciados. Isso reflecte-se no aumento do preço. São as <strong>publicações premium</strong>.</p>
<p>A inglesa <strong>Retro Gamer</strong> e a portuguesa <strong>BGamer</strong>, edição especial &#8220;Os 100 melhores videojogos&#8221;, são exemplos felizes de como a imprensa consegue repensar a publicação de conteúdos num período em que estes são uma <em>commodity</em> graças à profusão publicações online gratuitas.</p>
<p>O sector das publicações de electrónica de consumo, aqui abordado, enfrenta uma verdadeira crise existencial. Como pode o papel, uma vez por mês, competir com os sites de tecnologia que oferecem texto, áudio, vídeo ou interactividade quase em tempo real?</p>
<p>Hoje em dia, alguém que acompanhe os sites de tecnologia, ainda consegue ser surpreendido com os conteúdos da imprensa sobre tecnologia tradicional? Eu tenho cada vez mais dificuldades.</p>
<p><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/retrogamer.jpg" alt="Retrogamer" /></p>
<p><img src="http://carlosduarte.org/docs/2007/12/bgamer.jpg" alt="BGamer" /></p>
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		<title>Os telejornais dão notícias, não são campanhas publicitárias com teasers</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 20:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta noite, no Telejornal da RTP, no final da primeira parte, repetiu-se a tendência para deixar os telespectadores com dúvidas. Como tem sido hábito, introduziu-se uma notícia que ficou sem resposta. O objectivo é reter o interesse das pessoas para a segunda parte. Nada de especial caso fosse uma novela, série ou concurso de televisão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta noite, no Telejornal da RTP, no final da primeira parte, repetiu-se a tendência para deixar os telespectadores com dúvidas. Como tem sido hábito, introduziu-se uma notícia que ficou sem resposta. O objectivo é reter o interesse das pessoas para a segunda parte.</p>
<p>Nada de especial caso fosse uma novela, série ou concurso de televisão. Porém, é mesmo o telejornal. Ou seja, como nos restantes programas noticiosos, tem de apresentar factos e responder a perguntas, não deixar incógnitas.</p>
<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="266" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqgAAAIiSxp13MRsP2RXZVN7myjITsF7kCjN-wrKrPz9zaNU52xA40NLZOpe58S5d4yNlu9YLucWtGqAZYWFbaqYAynhPas3xMPiRqgGGlqr2bLarvHdcg28THHaU8T7hWqiKmFVyEbg0c_5FMgQRhhnasthahgxGCBW2yLrq-aC0a9bcqKYd1Je9lZP-C5VdXgvuITGVbES8KjfeMoEjq8fFjwDLS-EqeIppUomlsk_7hlbg%26sigh%3DJ2kld54OF7DKQsfFKIwS-CQUHLo%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D6453aa6055626af6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DVeNfqXza_5xfoixDVnlg4dd19VE&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="266" src="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqgAAAIiSxp13MRsP2RXZVN7myjITsF7kCjN-wrKrPz9zaNU52xA40NLZOpe58S5d4yNlu9YLucWtGqAZYWFbaqYAynhPas3xMPiRqgGGlqr2bLarvHdcg28THHaU8T7hWqiKmFVyEbg0c_5FMgQRhhnasthahgxGCBW2yLrq-aC0a9bcqKYd1Je9lZP-C5VdXgvuITGVbES8KjfeMoEjq8fFjwDLS-EqeIppUomlsk_7hlbg%26sigh%3DJ2kld54OF7DKQsfFKIwS-CQUHLo%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D6453aa6055626af6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DVeNfqXza_5xfoixDVnlg4dd19VE&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den"></embed></object></p>
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		<title>Impressão digital de jornais</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 21:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje tive o meu primeiro contacto com os jornais Folha de São Paulo e Washington Post, impressos em Lisboa através de métodos de impressão digital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Fiquei com uma opinião bastante positiva. A qualidade gráfica satisfaz e o papel, mesmo não sendo folha de jornal, oferece um tacto suave. Diria que a maior parte dos leitores nem notará a diferença relativamente às edições originais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Folha São Paulo e Washington Post" src="http://carlosduarte.org/docs/2007/10/JornaisFolhaSaoPauloWashigntonPost-485px.jpg" alt="" width="485" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;">A impressão (monocromática) é da responsabilidade da empresa <span style="font-style: italic;">DPS – Digital Printing Services</span>, do <a href="http://www.vasp.pt/" target="_blank">grupo Vasp</a>. Como em qualquer gráfica, os ficheiros chegam em formato PDF. Este método está em vigor desde 1 de Agosto também com os jornais <a href="http://www.tdg.ch/" target="_blank"><span style="font-style: italic;">Tribune de Geneve</span></a> (diário suíço) e <span style="font-style: italic;"><a href="http://www.thisislondon.co.uk/standard/" target="_blank">Evening Standard</a> </span>(vespertino inglês).A lista aumentou em Setembro com a adição do <a style="font-style: italic;" href="http://www.24heures.ch/" target="_blank">24 Heures</a> (diário popular suiço), do <a style="font-style: italic;" href="http://www.ekstrabladet.dk/" target="_blank">Ekstra Bladet</a> (diário popular dinamarquês), do <a style="font-style: italic;" href="http://www.actualitatea-romaneasca.ro/">Actualitatea Romaneasca</a> (semanário romeno), <a style="font-style: italic;" href="http://www.lematin.ch/" target="_blank">Le Matin</a> (apenas edição dominicial deste diário suíço francófano) e o <a style="font-style: italic;" href="http://www.expressen.se/" target="_blank">Expressen</a> (vespertino sueco).Ao contrário do mercado de importação, em que os jornais chegavam às bancas nacionais com um ou mais dias de atraso, a impressão digital permite que estes diários estejam no ponto de venda no mesmo dia. No caso do <span style="font-style: italic;">Folha de São Paulo</span> e <span style="font-style: italic;">Washington Post</span>, devido aos fusos horários, os jornais estão à venda em Lisboa três a quatro horas antes do que nas respectivas cidades de origem.Lamento, apenas, que o preço de capa do <span style="font-style: italic;">Folha de São Paulo</span> e <span style="font-style: italic;">Washington Post</span> seja € 2,60. No meu entender, um valor exagerado se considerarmos que não existem custos de importação.</p>
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		<title>Primeiras Páginas na Índia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2004 11:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ver todas as primeiras páginas em Newsdesigner]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ver todas as primeiras páginas em <a href="http://www.newsdesigner.com/archives/000393.php" target="_blank"><em>Newsdesigner</em></a></p>
<p><a href="http://bp1.blogger.com/_w2PpZ3UzzXM/RpYbzVVgevI/AAAAAAAAAjM/cd8kD0SfoWg/s1600-h/Malayt.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp1.blogger.com/_w2PpZ3UzzXM/RpYbzVVgevI/AAAAAAAAAjM/cd8kD0SfoWg/s200/Malayt.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086283397876185842" border="0" /></a><br />
<a href="http://bp0.blogger.com/_w2PpZ3UzzXM/RpYbrFVgeuI/AAAAAAAAAjE/sX-DpwveEDc/s1600-h/Divyat.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp0.blogger.com/_w2PpZ3UzzXM/RpYbrFVgeuI/AAAAAAAAAjE/sX-DpwveEDc/s200/Divyat.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086283256142265058" border="0" /></a><br />
<a href="http://www.newsdesigner.com/archives/000393.php" target="_blank"></a></p>
<p><em> </em></p>
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