A Locomotiva dos Sonhos Abril 10, 2008

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Esta tarde tive o prazer de assistir à apresentação do livro A Locomotiva dos Sonhos, em que o meu caro Eduardo Paz Barroso disserta sobre crítica, cinema e arte contemporânea. O cenário não podia ser melhor, um luminoso palacete da Universidade Fernando Pessoa.

Eduardo Paz Barroso
Eduardo Paz Barroso, o mais próximo, e Salvato Trigo ouvem Miguel Veiga a apresentar o livro.

George W. Bush já deu excelentes capas à The Economist Dezembro 29, 2007

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Nem uma das melhores revistas do mundo, a The Economist, resiste a usar a imagem do presidente norte-americano de forma imaginativa. Pessoalmente, a capa Bush/Kerry, em que questionam “The incompetent of the incoherent?”, é uma das minhas preferidas de todos os tempos.

Imprensa Premium Dezembro 26, 2007

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Não oferecem merchandising ou vêm entulhadas de encartes publicitários mais volumosos do que as próprias páginas informativas das revistas. Distinguem-se pelo tratamento gráfico cuidado e conteúdos diferenciados. Isso reflecte-se no aumento do preço. São as publicações premium.

A inglesa Retro Gamer e a portuguesa BGamer, edição especial “Os 100 melhores videojogos”, são exemplos felizes de como a imprensa consegue repensar a publicação de conteúdos num período em que estes são uma commodity graças à profusão publicações online gratuitas.

O sector das publicações de electrónica de consumo, aqui abordado, enfrenta uma verdadeira crise existencial. Como pode o papel, uma vez por mês, competir com os sites de tecnologia que oferecem texto, áudio, vídeo ou interactividade quase em tempo real?

Hoje em dia, alguém que acompanhe os sites de tecnologia, ainda consegue ser surpreendido com os conteúdos da imprensa sobre tecnologia tradicional? Eu tenho cada vez mais dificuldades.

Retrogamer

BGamer

Os telejornais dão notícias, não são campanhas publicitárias com teasers Dezembro 20, 2007

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Esta noite, no Telejornal da RTP, no final da primeira parte, repetiu-se a tendência para deixar os telespectadores com dúvidas. Como tem sido hábito, introduziu-se uma notícia que ficou sem resposta. O objectivo é reter o interesse das pessoas para a segunda parte.

Nada de especial caso fosse uma novela, série ou concurso de televisão. Porém, é mesmo o telejornal. Ou seja, como nos restantes programas noticiosos, tem de apresentar factos e responder a perguntas, não deixar incógnitas.

 

Impressão digital de jornais Outubro 2, 2007

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Hoje tive o meu primeiro contacto com os jornais Folha de São Paulo e Washington Post, impressos em Lisboa através de métodos de impressão digital. Fiquei com uma opinião bastante positiva. A qualidade gráfica satisfaz e o papel, mesmo não sendo folha de jornal, oferece um tacto suave. Diria que a maior parte dos leitores nem notará a diferença relativamente às edições originais.A impressão (monocromática) é da responsabilidade da empresa DPS – Digital Printing Services, do grupo Vasp. Como em qualquer gráfica, os ficheiros chegam em formato PDF. Este método está em vigor desde 1 de Agosto também com os jornais Tribune de Geneve (diário suíço) e Evening Standard (vespertino inglês).A lista aumentou em Setembro com a adição do 24 Heures (diário popular suiço), do Ekstra Bladet (diário popular dinamarquês), do Actualitatea Romaneasca (semanário romeno), Le Matin (apenas edição dominicial deste diário suíço francófano) e o Expressen (vespertino sueco).Ao contrário do mercado de importação, em que os jornais chegavam às bancas nacionais com um ou mais dias de atraso, a impressão digital permite que estes diários estejam no ponto de venda no mesmo dia. No caso do Folha de São Paulo e Washington Post, devido aos fusos horários, os jornais estão à venda em Lisboa três a quatro horas antes do que nas respectivas cidades de origem.Lamento, apenas, que o preço de capa do Folha de São Paulo e Washington Post seja € 2,60. No meu entender, um valor exagerado se considerarmos que não existem custos de importação.

Primeiras Páginas na Índia Dezembro 28, 2004

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«The next rebirth of the media» Novembro 30, 2004

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A nossa capacidade de acesso à informação tem aumentado vertiginosamente ao longo dos últimos anos. Hoje é possível armazenar quantidades de informação, nos mais diversos suportes, que, no passado, nem as universidade e empresas imaginavam conseguir. Vivemos um período de enormes mudanças tecnológicas, mesmo que não sejam assim tão evidentes dadas as facilidades com que adoptamos os mais pequenos gadgets no nosso quotidiano. Vejam, por exemplo, as canetas UPS, os DVD ou até os leitores de MP3 portáteis.

Uma parte desta transformação é descrita num artigo do professor da Washington and Lee University, Edward Wasserman, publicado ontem no Miami Herald. Acedam a The next rebirth of the media através da organização Freepress.

With broadband Internet flowing in to your PC, personal video recorder, iPod, even your cellphone, you will be able to access what you like, when you like, and that means the end of broadcast TV as we know it.

Add the rampant growth in home media capabilities, especially the ability to put aside content and view it when you like. Wolzien estimates that the capacity to store movies, music and data of all kinds at home is rising 72 percent a year, while storage costs are falling. What it costs to keep 57 movies today will store 2,000 five years from now.

TV apetecível para as marcas Novembro 16, 2004

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Os anunciantes norte-americanos apostam em novos métodos para publicitarem os seus produtos. É necessário ler este artigo da Newsweek, TV’s New Brand of Stars , para percebermos o que poderá acontecer em Portugal. Quando o modelo tradicional dos anúncios televisivos está esgotado, a estratégia passa por utilizar a “pequena caixa” para colocar e dar visibilidade às marcas. Alguém se lembra do que aconteceu com o BigBrother?

It’s not just that the line separating programming and advertising has been blurred—it’s been erased altogether, and marketers can’t get enough of it.

O jornalismo vale mesmo a pena? Novembro 16, 2004

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O Instituto de Estudos Jornalísticos da Universidade de Coimbra realiza na próxima quinta-feira, 18, uma mesa-redonda com antigos alunos para saber se «o jornalismo vale [mesmo] a pena».