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Sábado foge à regra

A Sábado entrou mal em 2010. “Reduziu a circulação paga (banca + vendas + assinaturas) em 7,49%, para 71.765 exemplares, nos dois primeiros meses do ano, de acordo com o último relatório da Associação Portuguesa de Controlo de Tiragem e Circulação (APCT)”.

Para agravar o cenário, durante o mesmo período, a concorrente directa “Visão registou um crescimento em circulação paga (+0,14%) para os 97.254, tendo ultrapassado a Sábado nas vendas em banca”. (more…)

À atenção da ERC

A pensar nas eleições autárquicas, têm-se sucedido nos últimos meses reportagens sobre freguesias, concelhos e respectivos autarcas. São publicados na imprensa regional ou em revistas encartadas com jornais de referência como o Público. (more…)

Manifestações remuneradas

Os sindicatos norte-americanos, cansados de dialogar com os patrões, mas sem resultados, recorrem, cada vez mais, a «mão-de-obra especializada» para realizar manifestações pouco convencionais. «Queremos embaraçar os patrões para que passem à acção», diz Mark Kuzmik, do sindicato dos carpinteiros do Estado da Florida, EUA.

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Microblogging

Na última quinta-feira, 11 de Dezembro, a Visão Link publicou uma reportagem sobre o Twitter (pdf aqui). Como seria de prever, fazem uma abordagem didática da ferramenta. O que será uma decisão acertada para quem desconhecia o Twitter, certamente a maioria da audiência da Visão Link. Pelo contrário, fica um certo sentimento de insaciedade entre os utilizadores frequentes, desejosos por serem surpreendidos com algo novo.

Apesar de todo o entusiasmo em torno do Twitter, convém lembrar quatro motivos de insatisfação que caracterizam o microblogging.

1) Não existem assim tantas opções no mercado. Temos o Twitter, o Friendfeed e o Identica. Já não temos o Pownce e o Jaiku congelou no tempo quando foi adquirido pelo Google.

2) Continua a ser difícil gerir a nossa própria informação nestes serviços. Muitas vezes não encontro links ou comentários que publiquei na minha conta de Twitter. Aliás, será que nestes serviços conhecem o princípio da portabilidade de dados?

3) Demasiados pontos de falha: desde a invasão dos spammers ou a dependência externa dos sistemas de encurtamento de endereços (da mesma forma que todos os dias aparecem novos tinyurls, também desaparecem outros que deixam milhares de links quebrados).

4) Para além da força dos utilizadores individuais, que geram discussões interessantes, são residuais os utilizadores em representação de organizações que já deram utilizações imaginativas aos serviços de microblogging. Uma situação especialmente lamentável entre os meios de comunicação social, que deviam compreender e ajustar-se aos novos canais de distribuição de conteúdos. Para não dizer que deviam estar na vanguarda.

A Locomotiva dos Sonhos

Esta tarde tive o prazer de assistir à apresentação do livro A Locomotiva dos Sonhos, em que o meu caro Eduardo Paz Barroso disserta sobre crítica, cinema e arte contemporânea. O cenário não podia ser melhor, um luminoso palacete da Universidade Fernando Pessoa.

Eduardo Paz Barroso
Eduardo Paz Barroso, o mais próximo, e Salvato Trigo ouvem Miguel Veiga a apresentar o livro.

George W. Bush já deu excelentes capas à The Economist

Nem uma das melhores revistas do mundo, a The Economist, resiste a usar a imagem do presidente norte-americano de forma imaginativa. Pessoalmente, a capa Bush/Kerry, em que questionam “The incompetent of the incoherent?”, é uma das minhas preferidas de todos os tempos.

Imprensa Premium

Não oferecem merchandising ou vêm entulhadas de encartes publicitários mais volumosos do que as próprias páginas informativas das revistas. Distinguem-se pelo tratamento gráfico cuidado e conteúdos diferenciados. Isso reflecte-se no aumento do preço. São as publicações premium.

A inglesa Retro Gamer e a portuguesa BGamer, edição especial “Os 100 melhores videojogos”, são exemplos felizes de como a imprensa consegue repensar a publicação de conteúdos num período em que estes são uma commodity graças à profusão publicações online gratuitas.

O sector das publicações de electrónica de consumo, aqui abordado, enfrenta uma verdadeira crise existencial. Como pode o papel, uma vez por mês, competir com os sites de tecnologia que oferecem texto, áudio, vídeo ou interactividade quase em tempo real?

Hoje em dia, alguém que acompanhe os sites de tecnologia, ainda consegue ser surpreendido com os conteúdos da imprensa sobre tecnologia tradicional? Eu tenho cada vez mais dificuldades.

Retrogamer

BGamer

Os telejornais dão notícias, não são campanhas publicitárias com teasers

Esta noite, no Telejornal da RTP, no final da primeira parte, repetiu-se a tendência para deixar os telespectadores com dúvidas. Como tem sido hábito, introduziu-se uma notícia que ficou sem resposta. O objectivo é reter o interesse das pessoas para a segunda parte.

Nada de especial caso fosse uma novela, série ou concurso de televisão. Porém, é mesmo o telejornal. Ou seja, como nos restantes programas noticiosos, tem de apresentar factos e responder a perguntas, não deixar incógnitas.

 

Impressão digital de jornais

Fiquei com uma opinião bastante positiva. A qualidade gráfica satisfaz e o papel, mesmo não sendo folha de jornal, oferece um tacto suave. Diria que a maior parte dos leitores nem notará a diferença relativamente às edições originais.

A impressão (monocromática) é da responsabilidade da empresa DPS – Digital Printing Services, do grupo Vasp. Como em qualquer gráfica, os ficheiros chegam em formato PDF. Este método está em vigor desde 1 de Agosto também com os jornais Tribune de Geneve (diário suíço) e Evening Standard (vespertino inglês).A lista aumentou em Setembro com a adição do 24 Heures (diário popular suiço), do Ekstra Bladet (diário popular dinamarquês), do Actualitatea Romaneasca (semanário romeno), Le Matin (apenas edição dominicial deste diário suíço francófano) e o Expressen (vespertino sueco).Ao contrário do mercado de importação, em que os jornais chegavam às bancas nacionais com um ou mais dias de atraso, a impressão digital permite que estes diários estejam no ponto de venda no mesmo dia. No caso do Folha de São Paulo e Washington Post, devido aos fusos horários, os jornais estão à venda em Lisboa três a quatro horas antes do que nas respectivas cidades de origem.Lamento, apenas, que o preço de capa do Folha de São Paulo e Washington Post seja € 2,60. No meu entender, um valor exagerado se considerarmos que não existem custos de importação.

Primeiras Páginas na Índia

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