«The next rebirth of the media» Novembro 30, 2004

Por Carlos Duarte in : Jornalismo , add a comment

A nossa capacidade de acesso à informação tem aumentado vertiginosamente ao longo dos últimos anos. Hoje é possível armazenar quantidades de informação, nos mais diversos suportes, que, no passado, nem as universidade e empresas imaginavam conseguir. Vivemos um período de enormes mudanças tecnológicas, mesmo que não sejam assim tão evidentes dadas as facilidades com que adoptamos os mais pequenos gadgets no nosso quotidiano. Vejam, por exemplo, as canetas UPS, os DVD ou até os leitores de MP3 portáteis.

Uma parte desta transformação é descrita num artigo do professor da Washington and Lee University, Edward Wasserman, publicado ontem no Miami Herald. Acedam a The next rebirth of the media através da organização Freepress.

With broadband Internet flowing in to your PC, personal video recorder, iPod, even your cellphone, you will be able to access what you like, when you like, and that means the end of broadcast TV as we know it.

Add the rampant growth in home media capabilities, especially the ability to put aside content and view it when you like. Wolzien estimates that the capacity to store movies, music and data of all kinds at home is rising 72 percent a year, while storage costs are falling. What it costs to keep 57 movies today will store 2,000 five years from now.

Uma nova oportunidade para a «Estratégia de Lisboa»? Novembro 17, 2004

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Francisco Jaime Quesado, economista e gestor do POSI - Programa Operacional da Sociedade da Informação/Presidência do Conselho de Ministros, assina hoje no Público O Novo Paradigma. Lembra que a nova equipa da Comissão Europeia deverá apostar na reanimação da Estratégia de Lisboa (2001).

A “ideia” do desígnio formulado em Março de 2000 em Lisboa é essencial para o futuro da União Europeia. Marca o ritmo da ambição de quem quer subir de forma clara no difícil “ranking” da competitividade, inovação e qualificação, as novas bandeiras da liderança no mundo. Fazer do conhecimento a matriz estratégica duma plataforma secular que se quer reencontrar nas fronteiras da modernidade é a única aposta possível para a Europa a vinte e cinco. Donde a oportunidade defazer da revisão da “Estratégia de Lisboa” aprovada há mais de quatro anos o acto adequado da crença no futuro.

TV apetecível para as marcas Novembro 16, 2004

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Os anunciantes norte-americanos apostam em novos métodos para publicitarem os seus produtos. É necessário ler este artigo da Newsweek, TV’s New Brand of Stars , para percebermos o que poderá acontecer em Portugal. Quando o modelo tradicional dos anúncios televisivos está esgotado, a estratégia passa por utilizar a “pequena caixa” para colocar e dar visibilidade às marcas. Alguém se lembra do que aconteceu com o BigBrother?

It’s not just that the line separating programming and advertising has been blurred—it’s been erased altogether, and marketers can’t get enough of it.

O jornalismo vale mesmo a pena? Novembro 16, 2004

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O Instituto de Estudos Jornalísticos da Universidade de Coimbra realiza na próxima quinta-feira, 18, uma mesa-redonda com antigos alunos para saber se «o jornalismo vale [mesmo] a pena».

«The Democrats did’nt lose this election, they won» Novembro 5, 2004

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Afinal os Democratas norte-americanos ganharam as eleições da passada terça-feira. «The Dems haven’t been defeated, not at all. They’ve just been slowed down.» É Ruy Teixeira quem o diz.

Mas quem é o senhor? É um luso-descendente que, em 2002, publicou um livro a alertar para a «Emergência da Maioria Democrata». Escreve nas maiores revistas dos EUA e é, ou era, um dos intelectuais mais escutados no outro lado do Atlântico.

Os argumentos estão todos no seu Blog: «Donkey Rising».

Debate: geografia e política Novembro 5, 2004

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O Professor Doutor Fernando Catroga, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra vai realizar um seminário dedicado à «Geografia e política. O debate sobre a divisão provincial durante o Estado Novo»
9 de Novembro 2004 18h00 no CEIS20

Resumo: Assinala-se a continuidade e as mudanças que o Estado Novo introduziu no modelo de divisão político-administrativa do território imposto pela Revolução Liberal, bem como o seu significado na institucionalização do corporativismo.

Fernando de Almeida Catogra é Doutorado em História Moderna e Contemporânea pela UC, onde é Professor Catedrático e Presidente do Conselho Científico do Grupo de História. É Director da Revista de História das Ideias. É investigador do Centro de História da Sociedade da Cultura.